Curso Perícia Patologias Universidade Federal Uberlândia UFU - Uberlândia / 07 Agosto 2021 ::. Conteúdo Programático

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CURSO PERÍCIA EM PATOLOGIAS

PLANO DE ENSINO – FUNDAÇÕES

  1. EMENTA
    1. Introdução às manifestações patológicas das fundações
      1. Introdução à investigação do subsolo, interferência e escolha das fundações
      2. Recalque em fundações diretas e superficiais, em fundações profundas e diretas e em fundações indiretas
      3. Controle de recalques
      4. Recuperação de fundações
  2. JUSTIFICATIVA
    1. Dar subsídios aos engenheiros e arquitetos para identificar e solucionar problemas decorridos de fundações em obras executadas e em fase de projeto
  3. OBJETIVO
    1. Objetivo Geral
      1. Aplicação de conhecimentos geotécnicos sobre as patologias das estruturas de fundações.
    2. Objetivo específico
      1. Determinar e calcular os recalques existentes em fundações
      2. Diagnosticar e apresentar soluções para o reforço das estruturas fundações
  4. PROGRAMA
    1. Introdução
      1. Solos especiais, colapsáveis e expansivos
      2. Sistema solo x fundação
      3. Tipos de fundações
    2. Investigação geotécnica
    3. Escolha do tipo de fundação
      1. Fundação Superficial
      2. Capacidade de carga
      3. Estimativa de Recalques
    4. Recuperação estrutural de fundações
    5. Visitas técnicas
  5. METODOLOGIA
    1. As técnicas de ensino que serão utilizadas são
      1. Aulas expositivas 
      2. Exposições dialogadas
      3. Demonstrações e exemplos
      4. Eleição de edifícios com vistas ao trabalho prático 
  6. AVALIAÇÃO
    1. A avaliação será por meio de um trabalho prático, cuja a data será previamente acordada
  7. BIBLIOGRAFIA

Caderno de Encargos: Fundações e Contenções

Curso Básico de Mecânica dos Solos – 2000 – Carlos de Sousa Pinto

An Introduction to Geotechnical Engineering. -1981- Robert D. Holtz e William D. Kovacs

Advanced Soil Mechanics – 1983 – Braja M. Das

Fundamentos de Engenharia Geotécnica - 2006 -  Braja M. Das

Fundações Diretas – Projeto Geotécnico – J. C. Cintra, Nelson Aoki e J. H. Albiero

Fundações por Estacas – Projeto Geotécnico – J. C. Cintra, Nelson Aoki

Exercícios de Fundações – 1988 – Urbano Alonso

Fundações – 2004 – Dirceu Velloso e Francisco de Rezende Lopes

Ensaios de Campo e suas Aplicações a Engenharia de Fundações – 2000 – Fernando

Schnaid – Desempenho de Obras Geotécnicas – 2006 – Jaime Gusmão Filho.

 

PLANO DE ENSINO – ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

  1. EMENTA
    1. Conceitos de durabilidade e desempenho
    2. Danos nas estruturas de concreto
    3. Técnicas de inspeção nas estruturas
    4. Sistemas de reparo
    5. Tipos de Reforço estrutural
  2. JUSTIFICATIVA
    1. Prepara engenheiros e arquitetos a entender os conceitos teórico e práticos com relação aos aspectos principais da temática da Patologia das Estruturas, dando condições para que possam analisar a sintomatologia das manifestações patológicas e avaliar os possíveis sistemas de prevenção, reparo e reforço para estruturas deterioradas, sendo possível conhecer as metodologias de intervenções nas estruturas e analisar a relação custo-benefício das intervenções
  3. OBJETIVO
    1. Objetivo Geral
      1. Promover e transferir tecnologias de projeto e execução de serviços de engenharia civil em atendimento às demandas da sociedade, inserindo no mercado profissionais com sólida formação técnica, econômica, ambiental
    2. Objetivo específico
      1. Diagnosticar estruturas deterioradas
      2. Especificar as técnicas e métodos de caráter preventivo, bem como de reparo, recuperação e reforço mais adequados 
      3. Realizar inspeções e vistorias
      4. Implementar sistemas de manutenção baseados nas normas vigentes 
      5. Realizar ensaios de identificação e controle das manifestações patológicas Realizar pareceres e laudos
  4. PROGRAMA
    1. Introdução
      1. Durabilidade e desempenho das estruturas
    2. Mecanismos de formação
    3. Sintomatologias e Diagnósticos
    4. Métodos de Recuperação e Reforço
  5. METODOLOGIA
    1. As técnicas de ensino que serão utilizadas são
    2. Aulas expositivas
    3. Exposições dialogadas
    4. Demonstrações e exemplos
    5. Eleição de edifícios com vistas ao trabalho prático 
  6. AVALIAÇÃO
    1. A avaliação será por meio de um trabalho prático, cuja a data será previamente acordada
  7. BIBLIOGRAFIA

MEHTA, Pouvindar Kumar. Concreto: estrutura, Propriedades e materiais. São Paulo, Ed.  Pini. 1994.

HELENE, Paulo R. L. Corrosão em armaduras para concreto armado. Sao Paulo, Ed. Pini, 1986.

RIPPER, Ernesto. Como evitar erros na construção. São Paulo, Ed. Pini, 1996.

THOMAZ, Eng. Ercio. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. São Paulo, Ed. Pini, 1989.

SOUZA, Vicente Custodio Moreira; RIPPER, Thomaz. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo, Ed.  Pini, 2001.

HELENE, Paulo R. L. Corrosão em armaduras para concreto armado. São Paulo, Ed.  Pini, 1986.

 

PLANO DE ENSINO – ALVENARIAS

  1. EMENTA
    1. Introdução e conceituação de patologia
      1. Notas históricas
    2. Metodologias de investigação
    3. Reconhecimento e prospecção
    4. Patologias de fundações
    5. Patologia de alvenarias e esquadrias
    6. Patologia de estruturas em concreto
    7. Patologias de coberturas.
  2. JUSTIFICATIVA
    1. A disciplina de Patologias das Alvenarias, é um componente curricular que objetiva o conhecimento histórico das patologias, bem como, as metodologias investigativas para identificação e determinação de causas e efeitos e, também, dos possíveis procedimentos recuperatórios aos edifícios afetados por anomalias, quer individuais, quer coletivas; determinadoras de patologias nas construções
  3. OBJETIVO
    1. Objetivo Geral
      1. Conhecer as anomalias que afetam os edifícios, identificando as causas, os efeitos e as possíveis soluções técnicas à recuperação e eliminação, parcial ou plena, das doenças instaladas nas construções
    2. Objetivo específico
      1. Permitir ao aluno
        1. Compreender os conceitos fundamentais, causas, efeitos, elementos constituintes e sistemas construtivos das alvenarias afetadas por anomalias determinadoras de patologias
        2. Identificar e ser capaz de acompanhar os diversos processos anômalos que afetam as alvenarias das construções
        3. Compreender os conceitos de patologias e os processos investigativos com vistas a elaboração de laudo técnico
        4. Identificar, acompanhar e propor processos recuperatórios aos edifícios afetados por patologias
  4. PROGRAMA
    1. Introdução
      1. Conceituação
      2. Notas históricas 
      3. Metodologia
      4. Reconhecimento e prospecção
    2. Agentes Indutores de Patologias
      1. Agentes atmosféricos naturais e artificiais
      2. Águas
  5. Patologia dos Panos Verticais – Alvenarias 
    1. Identificação e tipologia
    2. Eliminação das causas
    3. Redução ou eliminação das anomalias
    4. Recuperação parcial ou total
  6. Eleição de Edifício e Elaboração de Laudo Técnico  Eleição de edifício com patologias
    1. Análise das patologias, suas causas e efeitos
    2. Elaboração de laudo técnico com proposição de recuperação do edifício eleito
  7. Seminário Final
  8. METODOLOGIA
    1. As técnicas de ensino que serão utilizadas são
    2. Aulas expositivas
    3. Exposições dialogadas
    4. Demonstrações e exemplos
    5. Eleição de edifícios com vistas ao trabalho prático
    6. Os recursos didáticos utilizados são quadro, giz e projetor multimídia
  9. AVALIAÇÃO
    1. A disciplina será avaliada por meio do trabalho final a ser entregue e apresentado no dia 23 de agosto, na forma de seminário, tendo por base o edifício eleito para o levantamento, identificação de causas e efeitos e proposição recuperatória.

BIBLIOGRAFIA - Básica 

ABCP. Associação Brasileira de Cimento Portland. Manual de revestimentos de argamassa: 2002. Disponívelem:  http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/upload/ativos/279/anexo/ativosmanu.pdf>. Acesso em: 16 de março de 2019.

ABUL K. F.; KUMAR, N.;VINAY, A. R -  Patologia Básica – Saunders Elsevier – 2013

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 11172: Aglomerantes de origem mineral - Terminologia. Rio de Janeiro, 1990.

______. NBR 13279: Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Determinação da resistência à tração na flexão e à compressão. Rio de Janeiro, 2005.

______. NBR 13281: Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Requisitos. Rio de Janeiro, 2005.

______. NBR 13528: Revestimento de paredes de argamassas inorgânicas – Determinação da resistência de aderência à tração. Rio de Janeiro, 2010.

______. NBR 13529: Revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas — Terminologia. Rio de Janeiro, 2013.

______. NBR 13749: Revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas - Especificação. Rio de Janeiro, 2013.

______. NBR 13749: Revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas - Especificação. Rio de Janeiro, 2013.

AMBROZEWICZ, Paulo Henrique Laporte - Construção de edifícios do início ao fim da obra – São Paulo/ SP: Editora PINI Ltda., 2015.

BAÍA, Luciana Leone Maciel; SABBATINI, Fernando Henrique. Projeto e execução de revestimento de argamassa. 4ª edição, O nome da rosa editora Ltda. São Paulo/SP, 2008.

BAUER, L.A.Falcão – Materiais de Construção. Rio de Janeiro: LTC, 5ª ed., 1994 

BAUER, Elton. Revestimento de argamassa – características e peculiaridades. 1ª edição, LEMUnb – SINDUSCON/DF, Brasília/DF, 2005.

CARASEK, Helena. Materiais de construção civil e princípios da ciência da engenharia de materiais. 1ª ed. ISAIA, Geraldo Cechella – São Paulo: IBRACON, 2007, Cap. 26 – Argamassas, pág. 863 a 904. Volume2.

DUBAJ, Eduardo. Estudo comparativo entre traços de argamassas utilizadas em Porto Alegre - Dissertação (Mestrado em Engenharia) Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre/RS, 2000.

FIORITO, J.S.I. Antônio – Manual de Argamassas e Revestimentos: estudos e procedimentos de execução. 2ª ed, 2009.

GUTERRES, P.R.C. Argamassas de reabilitação: Estudo da sua utilização e do seu comportamento para o tratamento e recuperação de construções afetadas por eflorescências. 3º Ciclo de estudos. Universidade da Beira Interior (UBI). Covilhã, Portugal, 2016. Tese para obtenção do Grau de Doutor em Engenharia Civil. 

MATOS, Paulo Ricardo de. Estudo da utilização de argamassa estabilizada em alvenaria estrutural de blocos de concreto - Monografia (Graduação em Engenharia Civil) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC, 2013.

NETO, A. M.; ANDRADE D. C. de; SOTO, N. T. A. Estudo das propriedades e viabilidade técnica da argamassa estabilizada – Monografia (Graduação em Engenharia da Produção) Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba/PR, 2010.

POLISSENI, A. E. – Método de campo para avaliar a capacidade impermeabilizante de revestimentos de parede – Método do cachimbo. Dissertação (Mestrado em Engenharia), Escola de Engenharia, Curso de Pós-Graduação em Engenharia Civil, UFRGS, Porto Alegre, 1986.

PETRUCCI, G.R. Eládio – Materiais de Construção – Porto Alegre: Globo, 2ª ed, 1976

RECENA, Fernando Antônio Piazza. Conhecendo argamassa. 1ª ed. EDIPUCRS. Porto Alegre/RS, 2008.

REGATTIERI, Carlos E; SILVA, Luciano L.R. Ganhos de potenciais na utilização da argamassa industrializada. Simpósio Brasileiro de Tecnologia em Argamassas. São Paulo/SP, 2003.

TREVISOL, Luís Alberto. Estudo comparativo entre as argamassas: estabilizada dosada em central, industrializada e produzida em obra por meio de ensaios físicos nos estados fresco e endurecido. Dissertação (Mestrado em Engenharia civil). Instituto de Engenharia do Paraná, Curitiba, 2015.

VERÇOSA, E. J. - Patologia das Edificações. Porto Alegre: Sagra, 1991.

Complementar:

ARENDT, C. – Métodos de tratamento de alvenarias deterioradas: utilização de rebocos de recuperação e medidas de combate aos sais. In: Seminário sobre recuperação de obras históricas de engenharia e arquitetura: Avaliação do estado de conservação, análise, diagnóstico e terapia, Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, CPGEC – LEME, 1995.

HELENE, P.R.; SOUZA, R. – Controle de qualidade na indústria da construção civil. Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) – Tecnologia de Edificações, São Paulo: PINI,1995.

HENRIQUES, F.A. – A conservação do património histórico edificado. Lisboa: LNEC, 1991. Memória 775.

3º ENCORE – Encontro sobre conservação e reabilitação de edifícios – Actas Vol. I e Vol. II – Laboratório Nacional de Engenharia Civil. LNEC, Lisboa, 2003.

 

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